terça-feira, 20 de abril de 2010

As reticências.

Que maravilha da língua Portuguesa...
Não concordam [?!?]
As reticências estão aqui para confundir e explicar, esconder e esclarecer, abrir e fechar.
Elas podem ser de grande utilidade, pois nada incomoda/confunde mais do que uma reticência.
Acho uma verdadeira injustiça chamá-las assim. Elas, ao invés de serem chamadas de reticências, deveriam ser chamadas de “retiessências”. Nas reticências escondemos a essência do que sentimos. Nada mais justo, então, do que chamá-las pelo verdadeiro nome.
Nas “retiessências” escondemos a essência do fim.

Ou do Começo [...]
Quem sabe até do Recomeço [...]

Nunca vi três pontos tão distintos e ao mesmo tempo Tão unos Causarem tanta confusão. Elas são verdadeiras mestras na Arte de confundir seus “inimigos”. As retiessências já nascem endereçadas. Apenas para quem as deve ler e entender.
TUDO, tudo começa, passa ou termina pelas reticências. Quem nunca ouviu falar dos famosos “pingos nos is” onde eles, separados, juntam, constroem e/ou são capazes de costurar as histórias.
Nossos Pontos mais fortes. São...

Construídos por eles, não concordam ?.!

As retiessências nos deixam com um “gostinho de quero mais”. Elas podem fazer a história ter uma virada sensacional ou simplesmente fazer que nossas mentes construam o fim que quisermos para aquilo que...
Queremos, desejamos ou até mesmo ...

...


(REIS, Vinícius)

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